“Há algo de magnífico em incentivar alguém a finalmente encontrar seu amor-próprio, especialmente quando se trata de criar algo novo e corajoso”.

Elizabeth Gilbert

 

POR UMA VIDA MAIS CRIATIVA E CONSCIENTE

O que mais me fascina no meu trabalho é a beleza que encontro em cada pessoa que passa pelo meu caminho. Cada história, cada jornada, cada aventura. Em grupo ou individualmente, cada encontro é um momento único de descoberta no qual vamos juntos encarando situações que muitas vezes são difíceis, que amedrontam e nos fazem sofrer. Mas que também revelam uma força que sequer imaginávamos que tínhamos. Vamos nos aproximando de nós mesmos e, assim, reconhecendo nossa própria beleza. Valorizando nossas aventuras. E, fortalecidos, seguimos encarando novos desafios, às vezes até velhos desafios que deixam de ser tão assustadores.

Autoconhecimento para mim é sinônimo de liberdade. Quanto mais me conheço, mais sou capaz de escolher com consciência o caminho que quero trilhar.

Mas autoconhecimento não brota do nada. Autoconhecimento só acontece quando nos colocamos no mundo. Quando nos relacionamos com pessoas e com o mundo onde vivemos. Quando compreendemos nossa história pessoal e também as construções sócio-históricas e culturais do mundo onde vivemos.

Foi assim que criei o meu trabalho. Vivendo com intensidade cada momento, aprofundando meu conhecimento em estudos da alma humana e sempre encontrando na arte a solução para os maiores impasses.

Eu acredito que a criatividade é a saída para qualquer impasse que a vida nos apresenta. Na minha experiência, é com a criatividade que colocamos ordem no que está fora do lugar. Criar é ordenar o caos. A arte, por sua vez, oferece o colorido que falta para as experiências que vivemos. Nada mais precisa ficar apagado e sem cor. E a psicologia é a raiz, a base, que sustenta a criação.

O conhecimento da alma é que garante que haverá transformação se nos entregarmos ao impulso criativo.

Segundo Jung, “(...) faríamos bem em considerar o processo criativo como uma essência viva implantada na alma do homem.” (OC. Vol. XV, par. 115) Por isso encontrei na Psicologia Criativa a síntese para o meu trabalho.

É importante ressaltar que Psicologia Criativa NÃO é uma corrente teórica, nem uma nova abordagem terapêutica e muito menos uma metodologia.

 

A Psicologia Criativa é a síntese de um movimento pessoal; uma construção feita ao longo de 16 anos. Um trabalho único e autêntico que se transforma à medida que eu também vou me transformando e que tem impactado positivamente a vida de todas as pessoas que o experimentam.