Reconectar-se com o feminino – vídeo 10

Na postagem anterior, eu falei sobre a escolha de fazer ou não a Jornada. Hoje, pensando sobre isso, eu fiquei com uma imagem na cabeça que é mais ou menos assim:
Imagina que você está na praia, num dia de sol e calor, e aquele mar lindo (da Bahia – porque eu sou baiana! 😉 ) está suave, gostoso, refrescante bem na sua frente. O céu daquele azul que não tem igual. Você está ali parada e tem apenas uma escolha a fazer: mergulhar ou não mergulhar?
Sim, existe um leque de possibilidades a serem exploradas. Você pode ficar sentada na areia só observando. Pode tomar um banho de chuveiro para aliviar o calor. Pode chegar até a beira da água e molhar os pés. Pode ir entrando aos poucos, se acostumando, mas não querer molhar o cabelo. Pode escolher uma onda e deixar ela passar por cima de você num mergulho suava e gostoso.
Agora imagina que esse mar é uma metáfora para a Grande Mãe. E que diante de você está o Feminino em sua inteireza e magnitude, que inclui o suave balanço do mar e a mais perigosa das correntezas que podem te levar mar adentro.

O vídeo de hoje é sobre isso. Sobre esse anseio em cair no mar e se entregar a essa Mãe.

Mas a escolha continua sendo sua. Porque todas as opções anteriores são válidas e só você pode decidir o que está preparada para experimentar.

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