A iniciação – vídeo 9

Aqui chegamos na melhor parte da Jornada. Veja bem, eu disse a melhor parte, e não a mais fácil.
Empreendeer uma jornada não é um caminho fácil. Fácil é escolher um hobbie e dizer que aquilo é a sua terapia. Há uma grande diferença entre algo que é agradável, gostoso e que costumamos dizer que é nossa terapia e uma terapia de verdade. Sim, pintar, bordar, praticar um esporte, tudo isso pode ser terapêutico e aliviar o estresse e te dar ânimo e alimentar sua alma.

Mas fazer terapia é outra coisa.

Fazer terapia, assim como empreender uma jornada, é escolher olhar para si mesma e encarar suas partes sombrias, difíceis, feridas, que precisam de cuidado. É encarar o espelho e enxergar onde está faltando amor para poder aprender a se amar. É aceitar a aventura de transformar-se.
Quem escolhe o caminho da Heroína não está sendo convidada para uma tarde com as amigas para tomar um café. A Jornada é uma iniciação, e como tal tem desafios que vão por à prova as suas escolhas e te colocar diante da responsabilidade de ser dona da sua própria vida. É impossível ficar em cima do muro aqui: ou você mergulha na jornada e se prepara para viver as coisas mais incríveis e dolorosamente libertadoras, ou segue escolhendo um hobbie e sendo feliz assim.
As duas escolhas vão válidas, desde que sejam escolhas. E você é absolutamente livre para escolher o seu caminho.
Se sua escolha for vir comigo na Jornada da Heroína, eu te prometo que estarei contigo em cada passo do caminho, e que, ao final, descabeladas, suadas, com joelhos ralados, estaremos juntas e teremos muitas histórias para contar.

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